sábado, 25 de junho de 2011

Puta ou pura?

Ele lutou um pouco para abrir o sutiã. Dela, claro, já que ele não usava sutiã. Enquanto tentava tirar os ganchinhos que impediam seu total acesso aos peitos dela, perguntava-se o que ela estaria achando. Ela poderia pensar que sua inabilidade motora era produto de pouca experiência. Ele tentou evitar essa linha de pensamento, pois sentiu seu pau perder um pouco da dureza. Para contornar a situação, não só voltou sua atenção para a porra dos ganchos do sutiã, mas passou em revista, pela milhonésima vez, sua lista de parceiras sexuais: 37. Sua idade, aliás.
Ufa! Ele pensou, ao libertar os peitos dela. Grandes, mamilos marrons-claro. Pegava neles como se fossem prêmios, troféus a serem analisados. Apertou o biquinho do peito direito entre o polegar e o indicador. Pressionou-o e ela suspirou mais forte, de olhos fechados, e com a mão acariciando seu pau, agora mais duro. Ele puxou-a pelo peito e o colocou na boca. Mamou e deu uma pequena mordida no mamilo do peito direito, enquanto apertava o esquerdo. Não pensava em nada além da sensação de ter um peito macio na boca e uma mão que apertava seu pau, embora o vai-e-vém fosse delicado.
Naquele momento ele decidiu que ela era boa de cama. Ela sabia como masturbá-lo, Sua técnica era perfeita. Pensou em quantas mulheres já haviam errado feio tentando fazer aquele movimento tão simples. Pensou, também, que se ela fazia aquilo tão bem era porque deveria ter tido muita prática. Vagabunda! Mas não, ela não era mulher de muitos homens. Ou pelos menos era nisso que ele queria acreditar. Ele gostava dela. E mais ainda porque agora ela se distanciava dele, para se ajoelhar e colocar seu pau na boca. Aaah! Ela não tinha medo de chupar uma pica. Nossa, ele poderia se casar com aquela safada. Olhava para baixo e a via, freneticamente engolindo seu pau e olhando para ele com um ar inocente. Ele agarrou os cabelos longos, lisos e escuros dela, puxou um pouco para trás, querendo ver de um ângulo melhor como ela enfiava tudo na boca, e lambia sem parar. Foi quase dolorido quando ela, de repente, parou. Mas a dor, naquele segundo em que durou, valeu a pena, porque ela começou a lamber e engolir as bolas dele. E do jeito que ele gostava.
Vagabunda, ele pensou novamente. Não é possível que ela tivesse pouca experiência. Da primeira vez que saíram, ela deixara que ele tocasse seus peitos por cima da blusa, mas quando suas mãos se aventuraram pela pele, ela recuou. Da segunda vez ela havia roçado a mão no seu pau, por cima da calça. Quando ele fez menção de abrir o zíper ela deu um beijo na bochecha dele, saiu do carro e entrou no prédio. Na terceira vez ela pagou um boquete tímido e curto, uma amostra grátis desse que fazia nele agora. Mas na ocasião anterior ela não tinha ido até o fim, e quando ele tentou enfiar o dedo na boceta dela, ela fechou as pernas, mais uma vez deu um beijo na bochecha e foi embora. Ele ainda com o pau pra fora. De tudo isso ele concluira que ela não era vagabunda, afinal, ela não deu pra ele logo de cara. E depois, ela tinha um jeitinho meio moleca, meio menina, meio purinha mesmo. Mas agora, com a boca da moça mamando o seu pau como se disso dependesse a própria vida, ele se perguntava se ela já não tinha passado por muitas mãos.
Para postergar o esporro que se aproximava, e espantar aqueles pensamentos, afastou o corpo um pouco pra trás, curvou-se ligeiramente e pegou a moça pelo braço, para que ela se levantasse. Abraçou-a e beijou-a com força, com língua e saliva abundantes. Jogou-a, então, na cama em forma de coração do motel para onde costumava levar as mulheres que queria impressionar. Ela, deitada, olhava pra ele sorrindo, com a expressão de uma menininha esperando o presente de Natal, enquanto conduzia a mão dele para entre suas pernas. Ele deitou de lado e tratou de atender o desejo da moça, enquanto mais uma vez ela agarrava seu pau com a mão. A boceta estava encharcada. Recebeu um dedo, depois dois. Enfiar três dedos foi mais difícil, ela era apertadinha. Na lógica dele, se ela era apertada era porque não havia tido muitos parceiros... mas podia ser também porque só dava para homens com pau fino. Ou podia ser que a boceta dela não fosse visitada por nenhum pau por muito tempo, e fechou de novo. Sabia lá ele como se comportam as bocetas!
Sentir o calor dela gerou nele uma vontade intensa de sentir também seu gosto. Ele fez questão de percorrer o caminho até a fonte. Beijou-lhe mais uma vez a boca, o pescoço, os peitos, a barriga um pouco saliente, e chegou lá. Ela tinha poucos cabelos para proteger a boceta e um cheiro suave, de mulher limpa. Quando ele aproximou a boca da entrada dela, sentiu que era afastado, e ela disse “Não, eu não quero.” Falou quase chorando. E ele aproximou seu rosto do dela e a beijou, enquanto enfiava o dedo onde antes pretendia enfiar a língua. Brincou ali por poucos instantes, retirou o dedo e o colocou na boca. Chupou o dedo como se o tivesse retirado de um pote de mel. Foi com sofreguidão que, vendo esse gesto, ela o beijou e se postou, deitada, em cima dele, buscando conduzir com a mão seu pau para dentro de si.
Quando ela se sentou, o som que saiu dela o aturdiu. Era um sussurro gritado, se é que isso existe. Mas ele não saberia descrever de nenhuma outra forma. Ele sentiu que seu pau entrava fundo na boceta dela, rasgando-a. Seu sorriso inocente foi substituído por uma expressão meio selvagem, que o fazia ter medo. Ela se requebrava no pau dele, mordendo o lábio inferior e olhando fixo pra ele. Ele agarrava a bunda dela, tentando acompanhar seu ritmo com as estocadas do seu pau. Por uma fração de segundos sentiu pena dela, de boceta tão apertadinha, de rosto tão puro, ser fodida assim pelo seu caralho. Mas como a pena veio, foi embora. Agora ele só queria arrombar a moça, alargar sua boceta, esporrar naquela cara de bicho que ela fazia conforme rebolava freneticamente no pau dele.
Quando sua irmã os apresentara, a única coisa que ele pensou foi nos peitões dela, e em como seria bom apertá-los com força. Mas como ela era colega de sua irmã, professora de jardim de infância, imaginara que seu interesse por sexo deveria ser nulo e, quando muito, era daquelas que trepavam estendidas, paradona, em cima de uma cama. Era ele quem tinha que parar agora, pela segunda vez, se controlando para não gozar. Com um gesto brusco, rolou por cima dela, prendendo firme suas mãos. A expressão de selvageria sumia aos poucos do rosto da moça, enquanto ele bombava a pica na boceta que agora lhe dava livre passagem. Ela olhava pra ele, enquanto ele olhava pra baixo, obcecado pelo vai e vem. Ela disse: “Fode a sua puta.” E a voz dela era doce. Ela era puta, ele pensou, e teve certeza quando olhou pra ela, que agora o desafiava a fodê-la, de fato. Ele aumentou a força das bombadas, segurou o rosto dela com firmeza e perguntou: “É assim que você gosta, piranha?” Ela sorriu de olhos fechados, gemendo angustiada. Ele não se conteve e lhe deu um tapa. Sua mão pesada estalou no rosto da moça, que gritou... de prazer. Ele sentia as contrações do gozo dela no seu pau, deu-lhe outro tapa, e ela gemia mais.  Ele não precisava mais segurar. Deu uma, duas, três bombadas, tirou o pau, segurou o rosto dela, que abriu a boca, pronta pra receber sua porra.
Ela engoliu e ele pensou: “É puta!”.

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