Catarina era minha amiga desde que, de maria-chiquinha, transformávamos sucata em presentes para o dia das mães. Por volta dos doze anos, passáramos a nos interessar seriamente por rapazes. Treinávamos os beijos que daríamos em nossos namoradinhos uma na outra. Aos dezoito anos já tínhamos tido alguns casinhos, quando ela conheceu o Daniel. Formavam um casal bonito e noivaram logo. Ela era alta, morena, tinha cabelos cacheados cumpridos e castanhos, um corpo simplesmente maravilhoso, seios fartos e um bumbum de causar inveja. Era inteligente, também. Tinha acabado de passar em 3º. lugar no vestibular para o curso de Ciências Sociais. Daniel, por sua vez, concluiria o curso de Engenharia Elétrica dali há um ano; Tinha o cabelo ruivo e a pele muito alva, era magro e musculoso. Um bom rapaz.
O relato que passo a tecer me chegou por ela, cheia de remorso. Nem tudo que se lerá, no entanto, ela me disse. Achei por bem interferir nas suas opiniões e impressões. Mas os fatos concretos são de sua lavra.
Comecei a namorar Daniel com 18 anos, há muito já não era virgem, mas ele, com 21, ainda era. Já tínhamos mais de dois anos de namoro quando tudo aconteceu. Estávamos procurando novos lugares pra transar, ele não gostava muito de motel, na minha casa era quase tão impossível quanto na casa dele (ele morava com a mãe e o irmão). Então o pai dele, que morava sozinho na época viajou, e deixou a chave com ele, para ele botar água nas plantas enquanto seu pai, Ivo, estivesse fora. Então lhe dei a idéia:
- Amor, vamos transar na casa do seu pai.
A princípio Daniel não quis, não achava certo, era falta de respeito. Mas eu, safadinha, insisti. Como ele fazia tudo que eu pedia com jeitinho, concordou. Além do mais usei um argumento imbatível: há muito tempo ele queria me amarrar na cama pra fazer amor comigo, mas não conhecíamos nenhuma cama disponível que tivesse um encosto propício para tal, com exceção da cama de seu pai.
Numa tarde de sábado fomos os dois, mortos de tesão, pra casa do pai de Daniel. Chegamos, ele colocou uma musiquinha bem suave e começamos a nos beijar com paixão, sentados no sofá. Sentia a pele quente dele, deslizava minha mão pelo seu corpo definido, sua pele branquinha. Beijava seu pescoço, enquanto ele brincava com meus seios, ainda ocultos pelas roupas. Foi quando mandei que ele se levantasse. Primeiro tirei sua camisa e comecei a beijar seu peito, a lamber seus mamilos, a me esfregar nele. Depois tirei seus sapatos, e suas meias, ajoelhada no chão, como se fosse sua escrava. Fui subindo minha mão para agarrar o caralho grosso e duro de Daniel. Ele podia ser inexperiente, mas sempre teve o dom para a arte do sexo, além de ser muito bem equipado.
Como ficava molhada ao escutar seus gemidos de prazer pelo contato da minha mão com o pau dele. Tirei sua calça e cueca rápido e esfreguei seu pau na minha cara. Ele mandou que eu parasse, e começou a tirar minha roupa. Primeiro minha blusa... mas não quis. Eu mesma me despiria para ele. Tirei a saia, e fiquei só de calcinha e sutiã.
- Vamos, tira logo que eu quero você peladinha pra eu te comer toda.
- Não, primeiro eu vou fazer você gozar na minha cara.
Engoli seu pau de uma vez só, ajoelhada na frente dele. Chupei com muita vontade, lambendo e sugando, recebendo aquela pica deliciosa, engolindo e tirando, cada vez com mais profundidade. Até que ouvi:
- Ai, vou gozar, vou gozar!!
Parei bem na hora que a porra começou a jorrar na minha cara. E ele gritando:
- Aaah, minha putinha, eu te amo.
Enquanto lavava meu rosto, ele foi procurar alguma coisa com o que pudesse me amarrar na cama.
- Só encontrei gravata, Cat.
Usamos a gravata mesmo. Ele queria me amarrar, mas antes que isso acontecesse, eu o amarrei. Joguei meu noivinho na cama e disse:
- Agora sou eu quem mando.
Ele me olhou com um sorriso sacana e disse:
- Você é puta mesmo. Anda, me cavalga.
Falando isso tirou meu sutiã e arrancou minha calcinha totalmente encharcada. Enfiou um dedo na minha bucetinha, com todo cuidado, como ele sempre fazia, como se eu fosse me rasgar, ou me machucar com os toques dele.
- Nossa, minha vadia, você está toda molhadinha. Deixa eu meter meu pau em você, deixa.
Eu não respondi. Forcei seu corpo para que ele ficasse deitado e eu pudesse o amarrar. Cada pulso com um gravata do seu Ivo. Depois de colocar uma camisinha, encaixei minha xoxotinha no cacete dele, aos poucos. Eu estava muito molhada e ele muito duro. Fui descendo meu corpo bem devagarzinho, e ele não parava de levantar a cintura, para apressar a penetração. Quanto mais ele lutava para me penetrar, mais lenta eu era. Até que ele parou e eu sentei com toda a força na sua pica. Ai, que delícia era aquilo. Ele gemia cada vez mais alto, me xingando, dizendo que me amava. Minha bucetinha cada vez se contraia mais, já estava sentindo o gozo chegando quando ouvimos um barulho. Paramos por um segundo, apenas, para logo continuar. Em instantes eu gritava de prazer, gozando forte. Logo depois foi a vez dele. Gozando alto e dizendo meu nome, do jeito que eu gosto. Eu o desamarrei e deitei do seu lado. Nossos corpos suados se abraçaram. Ele disse que me amava, que assim que terminasse a faculdade iríamos casar, blá, blá, blá. Eu o amava sim, mas não a esse ponto. Não queria estragar aquele momento dizendo isso.
Então ele disse:
- Você tem certeza de que não escutou nada?
Não, claro que não, também com o barulho que estávamos fazendo era quase impossível. Bom, tomamos banho (quando paguei mais um boquete pra ele), nos vestimos e fomos pra casa. Duas semanas depois fui a um barzinho com umas amigas e encontrei com o pai de meu noivo. Ele nunca tinha sido muito simpático comigo, mas dessa vez se levantou da mesa onde estava sentado com alguns amigos e veio me cumprimentar. Pensei logo que ele devia estar interessado em alguma das minhas amigas. Mas após cumprimentá-las sentou-se ao meu lado e só conversou comigo, sorrindo muito. Ele disse que o Daniel tinha esquecido uns livros na casa dele na semana anterior e perguntou se eu não poderia ir até lá com ele pra pegar os livros, depois ele me deixaria em casa. Eu topei, afinal ele estava sendo tão simpático, até pagou minha conta.
Chegando lá ele me ofereceu vinho e ligou o som. Aí sim, comecei a achar muito estranho. No carro ele esbarrou algumas vezes na minha perna, enquanto trocava de marcha, mas eu preferi acreditar que ele tivesse bebido um pouco demais. Antes de ir adiante tenho que dizer uma coisa, tenho uma queda por homens mais velhos, eles me excitam muito, e depois o sexo com meu noivo já não era mais o mesmo. Eu sentia que o satisfazia da melhor forma, mas ele já estava ficando sem graça pra mim. Foi por isso que aceitei o vinho de Ivo, porque queria me satisfazer plenamente com um homem mais velho, e ainda por cima proibido.
Ele se sentou ao meu lado e segurou a minha mão.
- Como a sua mão é macia, Catarina.
Eu sorri, e de repente ele ficou sério.
= Eu tenho que te dizer uma coisa. Eu vi você fodendo com meu filho. Cheguei mais cedo da viajem e vi tudo.Eu vi você nua, eu escutei você gozar.
Senti meu rosto quente, devia estar vermelinha naquela hora.
- Não precisa ficar sem graça. Você estava linda. E desde aquele dia não consigo parar de pensar em você.
E me puxou com força para me beijar. Seu beijo era quente e forte, com gosto de álcool, um gosto que me excita muito. Sua barba mal feita arranhava meu rosto. Me entreguei por alguns minutos àquele beijo, enquanto fazia carinho em seus cabelos. Mas de repente quebrei a magia.
- O que você pensa que eu sou? Vou embora agora.
Eu não penso, eu sei que você é uma puta. Por isso nunca aceitei que você namorasse meu filho. Agora você vai dar essa boceta pra mim.
Fiquei assustada, com medo de que ele me violentasse, mas esse pensamento me deu mais tesão ainda. Sentia que minhas coxas já estavam úmidas. Ele me segurou com força e começou a me beijar novamente, consegui me desvencilhar do abraço e lhe dei um tapa. Ele me deu um bem mais forte e disse:
- Agora eu te arrombo, sua vagabunda.
Sentia-me ofendida, mas excitada. Adoro ser tratada como um mero pedaço de carne, pronta a satisfazer o homem que me possuir. Eu comecei a chorar e disse:
- Eu faço o que você quiser, mas não me machuque.
Ele botou a pica pra fora e ordenou:
Chupa, vou gozar na tua boquinha de boquetera e você vai engolir minha porra todinha.
Chupei, a princípio sem muita vontade, mas ele ordenava que eu fizesse direito, senão apanharia, e ele falaria pro meu noivo que eu dei em cima dele. Chupei então com toda a minha arte. Lambia demoradamente, abocanhava toda aquela pica, que era maior do que a do filho dele, mas não tão grossa. Em meio aos gemidos dele escutei:
Engole minha porra, cadela.
E senti o gosto um tanto enjoado da porra dele, o que me deixou ainda mais molhada. Ele me puxou pra que eu ficasse de pé e me conduziu até seu quarto. Lá ele terminou de tirar a roupa e mandou que eu fizesse o mesmo. Sentou na cama e me viu me despir pra ele.
- Que peitão, hein, sua puta, vou mamar tudinho.
E começava a beliscar meus mamilos com força.
- Que barriguinha deliciosa que você tem. Vou gozar nela e você vai espalhar minha porra nesse seu corpo gostoso. Agora vira de costas.
Eu estava só de calcinha e ele a abaixou, me dando tapas na bunda. Botou um dedo na minha xoxota molhadinha e logo o enfiou no meu cuzinho virgem, eu gritei alto.
- Cala boca, piranha. Teu cú eu deixo pra comer mais tarde.
Dei graças a Deus que aquele homem bruto não ia tirar minha virgindade anal. Então foi a minha vez de ser jogada na cama com toda a violência.
Agora é você quem vai ficar a minha mercê.
Abriu a gaveta do criado-mudo e tirou um par de algemas.
- Comprei depois daquele dia só pra te prender. Vou te fuder muito, puta barata.
Suas palavras conseguiam me ofender e humilhar de uma forma que eu nunca tinha sentido antes. Eu chorava, mas nem por isso meu tesão era menor. Ao contrário, nunca tinha sentido tanto tesão. Estava a ponto de explodir. Ele me prendeu e começou a enfiar a chave das algemas na minha boceta, o contato daquele objeto frio era desagradável.
- Se você não parar de chorar, isso vai ser o mais legal que eu vou enfiar nessa boceta arrombada.
Engoli o choro na mesma hora. Ele botou a camisinha ao mesmo tempo que enfiava dois dedos com força na minha boceta. Tirou os dedos e foi encaixando a pica na entrada. Quando já estava na mira, enfiou com tudo.
- Toma minha pica, piranha. Sente um pica de verdade.
E enfiava com cada vez mais força, atingindo os ovários, o que causava uma certa dor. Eu gozei, não pude resistir. Parecia que ia morrer. Gozei forte demais, xingando e dizendo pra ele não parar. O primeiro acabou e logo veio outro. Estava delirando de tanto prazer.
- Isso, vagabunda, goza na minha pica. Tá gostando de ser arrombada, né.
Meus pulsos doíam, meus ovários doíam, meu rosto ardia um pouco por causa do tapa e da barba mal feita dele. Mas eu estava no paraíso. Ele então levantou minha pernas e as apoiou nos ombros dele, me penetrando mais profundamente. Não parava de repetir:
- Puta. Vadia. Você tá gostando de ser arrombada.
Eu rebolava como uma louca, apertava os músculos da vagina pra estrangular o pau dele, pra fazer ele gozar. Eu também dizia:
- Fode a sua puta. Come minha boceta arrombada, come.
Isso o deixava ainda mais louco. Até que ele parou por um instante, e se tremeu todo.
- AAAAAAAHHHHHHHHHH. Ele gozou. Estava todo suado, e despencou em cima de mim. Ele me soltou, e me abraçou, chupando meus seios. Comecei a beijá-lo também. Tirei a camisinha cheia de porra, e comecei a punhetar seu pau.
- Pare, estou cansado. Você vai ficar sendo minha puta de agora em diante.
Ele se levantou e me mandou ir embora, me deu dinheiro. Disse que era para o táxi, mas eu sei que ele queria me humilhar ainda mais.
- Se você disser alguma coisa pro Daniel eu convenço ele de que foi você quem deu em cima de mim.
Falou isso segurando o meu queixo com força, e dando mais um daqueles beijos violentos.
Dali há um ano Catarina e Daniel não estavam mais juntos. E Ivo estava morto. Eu o matei.
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